Programa de desenvolvimento da coordenação

Mentoria para coordenadores de cursos e equipes docentes.

A Ofício Trama oferece um programa de desenvolvimento para coordenadores de cursos, núcleos e equipes docentes, realizado em formato de mentoria.

O trabalho parte dos desafios concretos da coordenação para organizar decisões, construir referências comuns e desenvolver formas de trabalho que possam ser compreendidas, aplicadas e sustentadas pela equipe.

Quando a mentoria faz sentido

Quando o trabalho coletivo não consegue acumular o que já aprendeu

  • A coordenação se transforma em plantão. A rotina passa a ser resolver um problema de cada vez, sem tempo para construir as condições que poderiam evitar sua repetição.
  • Os mesmos fundamentos precisam ser explicados a cada semestre. O corpo docente muda e parte do repertório construído pela equipe se perde.
  • As decisões perdem unidade no caminho. O que sai do colegiado com um sentido chega à sala de aula com interpretações diferentes, porque falta uma referência comum para orientar o trabalho.
  • Boas iniciativas dependem de pessoas específicas. Quando elas saem de cena, processos, aprendizados e projetos também deixam de ser sustentados.

O problema não costuma ser falta de esforço.

Muitas vezes, o que falta é uma estrutura compartilhada que transforme decisões, princípios e projetos em práticas compreensíveis e sustentáveis para toda a equipe.

O programa

Da resposta imediata à construção de referências comuns

A mentoria cria um espaço de acompanhamento para analisar situações concretas da coordenação, reconhecer padrões e organizar decisões que normalmente ficam dispersas entre reuniões, urgências e demandas cotidianas.

Não se trata de aplicar uma fórmula pronta para administrar cursos. Coordenador e mentor trabalham sobre o contexto real da equipe para construir critérios, processos e formas de condução que façam sentido para aquele curso e possam permanecer para além de ações isoladas.

Ao longo da mentoria, o trabalho pode envolver:

  • organização das prioridades da coordenação;
  • construção de critérios para orientar decisões;
  • alinhamento entre colegiado, equipe docente e sala de aula;
  • estruturação de reuniões, projetos e percursos formativos;
  • registro de processos e referências institucionais;
  • transformação de iniciativas pontuais em práticas sustentáveis.

Como cada coordenação vive desafios próprios, o programa começa por uma conversa sobre o curso, a equipe e o momento atual.